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com a cabeça entre as orelhas

com a cabeça entre as orelhas

01
Ago19

Born Weird.

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“Until you realize that coincidences don’t exist, your life will be filled with them.” - Andrew Kaufman, in Born Weird

Hoje encontrei-me na descida lenta a um dos anéis do inferno que é passear pelo feed do instagram, comparando as vidas curadas de ilustres desconhecidos ao caos abraçado da minha. Na perfeição reluzente dos seus sorrisos pensados ponderava que não poderia ser tudo assim - ou será que pode?

Coincidentemente, tinha à espera a newsletter de Seth Godin na caixa de entrada do mail. Talvez seja possível viver em abundância; é preciso é saber orientar o foco.

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22
Mai19

Acabei hoje a leitura...

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Acabei hoje a leitura do livro The Waterproof Bible de Andrew Kaufman. Comprado há quase 10 anos, ficou adormecido à espera do seu dia. E esse dia foi há pouco mais de uma semana, quando o reencontrei ao enquadrar o escritório e as suas estantes no minimalismo.

Ontem, uma das passagens marcou-me. Quando deus, na forma feminina e desesperada com a incompreensão humana, desabafa o seguinte:

“But at least I’m not running around putting a beginning, middle and end on everything”, she said, letting go of his collar. (...) “Have you people never noticed that there’s a central flaw? No? Here comes the clue - the only difference between a happy ending and a sad ending is where you decide the story ends.”

Quase de propósito, num encontro agendado há tanto tempo atrás, terminei ontem a tarde numa conversa invulgar, não obstante familiar, com um estranho que me leu antes de me conhecer. Em conjunto, desconstruímos ideias para chegar aos afectos.

E foi aqui que fiquei: é legítimo retirar algumas coisas das relações humanas, como a descoberta do outro e de nós; inspiração; prazer. Mas não faz sentido, nem é justo para nenhuma das partes, querer retirar do conjunto partilhado o que cada um de nós julga que uma relação deve ser ou parecer.

Nessa leveza senti que o erro não era teu, nem meu, nem de ninguém. Teria bastado ser o que foi ainda que coisa nenhuma. Talvez eu tivesse tido que mergulhar nesse mar revolto para quase me afogar e, nessa morte figurativa, chegar mais perto da minha própria humanidade. 

Foi nesse sentido que tentei aproximar águas... mas tu tiveste que as separar novamente no comentário final. 

Talvez seja pelo melhor. 

Que tenhas paz. 

Que estejas tranquila.

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